RELATO
REFLEXIVO
As expectativas com esse curso iniciou a
partir de seu título: ”Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade:
Leitura e Escrita Digital”, a vontade de aprender mais sobre o assunto favoreceu
a iniciativa de participar.
Apesar de não ter certo domínio, o curso me
ajudou a refletir, reestruturar melhor o meu trabalho, compartilhar ideias e
metodologias com meus colegas ajudando-me a diversificar a minha enciclopédia
pedagógica.
Considero que
foi um caminho gostoso de ser trilhado, trazendo alguns desafios, novos
conhecimentos e prazer por estar investindo em minha formação continuada.
Confesso que
produzir algo para ser publicado no blog do curso trouxe-me inquietação, foi
o que mais dificultou a trajetória no
curso, os trabalhos em grupo, não que os vejo como negativos no processo, mas a
dificuldade em realizar efetivamente
algo com a troca de ideias entre os integrantes do grupo, favorecendo a
construção em conjunto, enfim, algo que desestruturou, mas acabou favorecendo a
busca e o crescimento.
Estamos
na reta final do curso... E mais uma vez a sensação de que tenho muito a
aprender e a responsabilidade de trabalhar a leitura e escrita com nossos
alunos, já que vivemos no mundo da comunicação e interação e com a linguagem
permeando nossa vida, torna-se imprescindível aprimorar a nossa leitura do
mundo, aprender a ler além das linhas, nas entrelinhas. Ou melhor, desenvolver
nossas capacidades para além da decodificação e compreensão, aperfeiçoando a capacidade de apreciação e
réplica.
Agradeço aos
meus colegas do grupo por fazerem parte desse meu amadurecimento profissional e
por me orientarem na execução de algumas atitudes. Não poderia me esquecer da
nossa tutora Mônica que sempre nos empurrando, incentivando e mostrando a luz
no fundo do túnel.
ANDRÉA MAIRA YOKOYAMA MENEZES DOS SANTOS
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Qual não foi o espanto ao abrir a porta de seu apartamento e vê um corpo estendido no corredor. Ela ficou bastante amendrontada com a cena, mas foi até o corpo, percebeu que o mesmo estava gelado, duro e era do sexo masculino. Gritou e os vizinhos chegaram para verificar.
A polícia foi acionada e pode constatar que era mesmo um homem da cor parda, estatura mediana, aparentando ter 30 anos de idade, trajava uma camisa do time do Corinthians, uma bermuda e chinelo. Foi procurado saber se era um morador, se alguém o conhecia, e a resposta foi negativa quanto ao caso.
O desconhecido não portava qualquer documento para que fosse identificado, então o caso segue em investigação.